
© Myriamba
É conhecido o gosto que o chefe do executivo camarário cabeceirense tem no consenso alargado. Vai daí que em prol de sessões sossegadas, na assembleia e em reuniões de Câmara, se esforce qual economic hitman em concentrar os pontos de vista em redor do seu. O desprezo e o chauvinismo intelectual são a bomba atómica usada em último caso, ainda que muitas vezes. Das outras, mal se esboça uma nesga ao atrevido, faz-se pacificamente a "operação de charme junto do adversário", como, a exemplo, nos convites de representação política - nada contra! -, até lugares de geminação, alguns que não lembram ao Diabo, ou talvez só a Isaltino Morais. Da última excursão está o resultado à boa vista: um deputado municipal que não se recandidata e um vereador, de repente, o candidato de recurso do maior partido de oposição...




